terça-feira, março 23, 2004

Estamos de volta de Salvador!

Antes de comentar o show e a viagem, algo precisa ser comentado: O único longa que vimos no festival de cinema foi o filme mais louco que já vi na vida!

"Caveira my Friend caracteriza-se pelo rompimento dos postulados cinemanovistas em favor de um cinema livre das amarras ideológicas, propondo a iconoclastia e o desbunde como formas de contestação. A proposta está explícita na sua estrutura narrativa, desarticulada dos cânones tradicionais do desenvolvimento do discurso fílmico. Uma extensão, no plano cinematográfico, do trabalho de Álvaro Guimarães no teatro (a desmistificação do espetáculo em Uma obra do governo, de Dias Gomes, e a abertura para o `choque'), Caveira my Friend tem uma tênue fábula (a ação dos assaltantes) que se estilhaça em planos contemplativos, nos quais a falta de perspectiva, o desânimo e a non chalance parecem ser as forças-motrizes que regem o seu dínamo estrutural enquanto ação e inação, enquanto sístole e diástole. A forma, aqui, é resultante (e reflexo) da ausência de conteúdo, ou, se quiser, em Caveira my Friend o conteúdo é a forma."

Em suma, o filme é todo troncho... "A vida é uma coisa mágica"




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